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Exercício: Eu me aprovo

Exercício: Eu me aprovo

Já dei este exercício a centenas de pessoas e o resultado é fenomenal. Durante o próximo mês repita frequentemente a si mesmo: Eu me aprovo. Diga isso pelo menos trezentas ou quatrocentas vezes por dia. Não, não é demais. Quando você está preocupado com um problema, pensa nele com a mesma intensidade. Deixe “eu me aprovo” tornar-se um mantra, uma frase que você repete sem parar. Saiba com toda a certeza que dizer “Eu me aprovo” trará à superfície tudo o que está imerso na sua consciência contra essa afirmação. Quando surgir um pensamento negativo como: “Como você pode se aprovar quando é tão gordo?” ou “É tolice pensar que isso vai adiantar” ou ainda “Você não presta” seja qual for a tagarelice negativa, esta é a hora de assumir o controle mental. Veja o pensamento apenas como outra maneira de mantê-lo preso ao passado. Diga delicadamente a esse pensamento: “Eu o deixo ir, eu me aprovo”. A simples idéia de fazer este exercício desperta pensamentos negativos, como: “Que coisa boba”. “Não me parece verdade” “É mentira”. “Parece coisa de gente convencida” ou “COMO posso me aprovar quando faço isso ou aquilo?” Deixe-os todos apenas passar. São somente pensamentos de resistência, eles não têm poder sobre você, a não ser que escolha acreditar neles. “Eu me aprovo, eu me aprovo, eu me aprovo”. Não importa o que aconteça, não importa o que lhe digam, continue. De fato, se você puder dizer isso a si mesmo quando estiver fazendo algo que alguém não aprova, saber que está crescendo e mudando. Os pensamentos não têm poder sobre nós a não ser que nos entreguemos a eles. Pensamentos são somente palavras enfileiradas. Eles não têm nenhum significado. Somente nós damos significados a eles. E nós escolhemos o significado que queremos lhe dar. Então escolhamos os pensamentos que nos nutrem e apóiam. Parte da auto-aceitação é se desprender das opiniões dos outros. Se eu estivesse ao seu lado e ficasse repetindo: “Você é um porco roxo, você é um porco roxo”, você riria de mim ou se irritaria comigo, pensando que eu sou louca. É pouco provável que acreditaria em mim. No entanto, muitas das coisas que escolhemos acreditar sobre nós mesmos são tão idiotas e inverídicas como essa. Crer que seu valor depende do formato do seu corpo é sua versão de acreditar que “você é um porco roxo”. Frequentemente, o que pensamos como sendo as coisas “erradas” em nós são apenas expressões de nossa própria individualidade. Somos únicos e especiais. A natureza nunca se repete. Desde que este planeta se formou, nunca existiram dois pingos de chuva iguais ou dois flocos de neve iguais. Uma margarida é sempre diferente de todas as outras. Nossas impressões digitais são todas diferentes, nós somos todos diferentes. Fomos feitos para sermos diferentes. Quando conseguimos aceitar Isso, não existe mais nem competição nem comparação. Tentar ser como outra pessoa só serve para atrofiar nossa alma. Viemos a este planeta para expressarmos quem somos.

Fonte: livro Louise Hay – eu posso curar minha vida, pag 35

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